Vale a pena contratar um serviço de gestão de redes sociais? Não!
- Guilherme Jasmins
- há 14 horas
- 2 min de leitura

Pelo menos não ainda, se a tua oferta não está estabilizada ou se não tens capacidade instalada para responder a mais contactos. É uma frase estranha de ler vinda de quem vive disto, mas é a resposta mais honesta que existe — mais honesta do que a que a maioria do setor vende, que é sempre a mesma: sim, vale sempre a pena, quanto mais cedo melhor. Não é verdade, e um negócio que contrata nas condições erradas costuma ficar desiludido — não porque o serviço seja mau, mas porque estava a tentar resolver o problema errado com a ferramenta errada.
Quando a oferta do negócio ainda não está estabilizada, ou quando não há capacidade instalada para responder a mais contactos, investir em comunicação profissional só acelera a frustração: mais gente a contactar um negócio que ainda não está pronto para responder. O problema, nestes casos, não é de comunicação. É de base, e nenhuma estratégia de conteúdo o resolve.
Há uma segunda via, e é a que a maioria evita dizer em voz alta: às vezes a resposta certa é “ainda não”.
Quando compensa claramente
Quando o negócio já tem prova de que funciona — clientes satisfeitos, portefólio real, capacidade instalada para responder a mais procura — mas a imagem digital não reflete essa maturidade. Aqui, gestão de redes sociais profissional não inventa credibilidade do nada. Torna visível uma credibilidade que já existe, mas que ainda não chegou a quem decide por pesquisa online antes de decidir por recomendação de um amigo.
O critério mais simples para decidir
Se o problema é falta de tempo ou de consistência para comunicar algo que já funciona, contratar ajuda resolve exatamente isso. Se o problema é falta de clientes, de oferta clara, ou de capacidade de resposta, gestão de redes sociais não resolve — só torna o problema mais visível, e mais depressa.
A escolha é entre vender sempre ou vender quando faz sentido
Aceitar todos os clientes que aparecem, mesmo os que ainda não estão prontos, e arriscar entregar um resultado que as condições não permitem. Ou dizer “ainda não” quando é isso que é verdade, mesmo perdendo um cliente a curto prazo. A segunda opção custa uma venda hoje. Custa muito menos reputação daqui a um ano.



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