top of page

Não há génios criativos às três da manhã. Há processo.

  • Foto do escritor: Guilherme Jasmins
    Guilherme Jasmins
  • há 11 horas
  • 2 min de leitura

Muita gente imagina que uma boa estratégia de conteúdo nasce de um momento de inspiração, uma ideia brilhante que aparece de repente e resolve tudo. Não é assim que funciona, e quem trabalha à espera dessa inspiração acaba com uma comunicação inconsistente: um mês de produção intensa, seguido de silêncio até a próxima ideia aparecer.


A pergunta mais frequente de quem pondera trabalhar comigo não é “quanto custa”, é “como é que isto funciona, na prática”. E a resposta diz mais sobre o que esperar do que qualquer exemplo de trabalho isolado.


Há uma segunda via, mais lenta a arrancar e muito mais fácil de sustentar: processo, não inspiração.


O ponto de partida nunca é a rede social

Antes de se falar de Instagram, Facebook ou qualquer plataforma, o trabalho começa por perceber o negócio: quem é o público real, o que já funciona presencialmente e ainda não está refletido online, o que distingue esta marca de outras no mesmo setor. O resultado não é uma ideia vaga de direção, é um documento concreto, com pilares de conteúdo definidos, tom de voz especificado, objetivos claros por plataforma.


O processo, passo a passo

Definida a estratégia, o ciclo segue uma ordem fixa: o plano editorial é enviado ao cliente para aprovação; segue-se o desenvolvimento dos conteúdos — design e multimédia — pela equipa própria; depois, o calendário de publicações é enviado com todas as publicações, respetivas descrições e datas definidas; o cliente aprova; só então se publica. A cada trimestre, um relatório de desempenho fecha o ciclo e ajusta os pilares de conteúdo.


O que isto exige do teu lado

Praticamente nada, e é essa a intenção. Um cliente meu gasta, em média, entre 30 a 60 minutos por mês com as suas redes sociais: o tempo de rever e aprovar o plano editorial e o calendário. O resto é connosco.


A escolha é entre depender de inspiração ou confiar num processo

Esperar pela ideia brilhante, e viver de picos seguidos de silêncio. Ou seguir um processo que não depende de estar inspirado numa terça-feira à tarde, e que, por isso, produz o mesmo nível de consistência todos os meses, com ou sem inspiração à vista.

 
 
 

Comentários


bottom of page