Ter alguém a gerir as redes sociais da tua empresa pode ser caro. Mas não ter será certamente mais caro.
- Guilherme Jasmins
- há 13 horas
- 2 min de leitura

A maioria compara propostas de gestão de redes sociais só pela mensalidade final, o que é como comparar duas casas sem perguntar a área ou o estado da canalização. O número isolado não diz quase nada sobre o que está incluído, e é aí que a maioria das comparações falha antes de sequer começar.
Duas propostas com o mesmo valor podem cobrir coisas completamente diferentes: uma inclui estratégia, produção e publicação; outra cobre só a publicação de conteúdo que o próprio cliente já teve de produzir sozinho. Quem compara só pelo número acaba, com frequência, a escolher a proposta mais barata e a pagar depois pela diferença — em tempo perdido, em resultado que não aparece, em ter de recomeçar meses depois com outra pessoa.
Há uma segunda via: perguntar não quanto custa, mas o que está incluído.
O que efetivamente muda o preço
Estratégia e planeamento antes da execução técnica é trabalho que raramente aparece visível no resultado final, mas consome tempo qualificado. Produção de conteúdo — fotografia, vídeo, design — tem custos próprios. E gestão de tráfego pago, quando incluída, é um serviço técnico distinto, com responsabilidade sobre orçamento de terceiros. Um freelancer isolado custa menos porque assume tudo sozinho, o que limita o volume que consegue sustentar; um estúdio com equipa custa mais porque distribui essas funções por especialistas.
O custo que não aparece em nenhuma fatura
Há um custo que ninguém discrimina: o de uma marca invisível a quem já estava a decidir escolhê-la. Cada mês sem comunicação consistente é um mês de contactos que não chegam a acontecer, de recomendações que não se confirmam online, de oportunidades que vão parar a quem apareceu primeiro.
A escolha é entre pagar pelo serviço ou pagar pela ausência dele
Contratar pelo preço mais baixo, sem perguntar o que está incluído, e arriscar pagar duas vezes — pelo serviço, e depois pelo tempo perdido a recomeçar. Ou perguntar o que cada proposta cobre, e perceber que não ter gestão de redes sociais também tem preço, só que esse nunca vem discriminado em lado nenhum.



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